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De olho no crescimento do cicloturismo, que aumentou 118% em 2020, segundo dados da Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike), o Ministério do Turismo está mapeando e estruturando trilhas de longo curso pelo Brasil. Cerca de 18 rotas em mais de cem cidades, incluindo Fortaleza, já foram identificadas e devem ser beneficiadas pelo programa.  A meta do Governo Federal é chegar a 10.500 km nos próximos anos e movimentar o turismo em mais 2 milhões de pessoas por ano.

O programa, que está sendo desenvolvido em conjunto com o Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Chico Mendes para Conservação da Biodiversidade (ICMBio), prevê o fortalecimento de trilhas que perpassam parques nacionais de todo o País. Cerca de 3.500 km de trilhas já estão sinalizadas para a realização de passeios por turistas e visitantes.

Além de Fortaleza, na lista elencada pelo MTur constam capitais como Manaus (AM), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC), Goiânia (GO) e Brasília (DF), que possuem ampla malha cicloviária e/ou sistemas de compartilhamento de bicicletas. 

Também foram selecionadas outras rotas já conhecidas pelos praticantes, como o Caminho dos Morcegos, no Amazonas; o Caminho da Fé, que corta os estados de São Paulo e Minas Gerais; o Circuito de Cicloturismo do Vale Europeu, em Santa Catarina; e o Caminho Cora Coralina, em Goiás.

A expectativa é informatizar o processo de inclusão de trechos e a manutenção de um banco de dados pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio de um portal oficial em desenvolvimento com o ICMBio, para a instalação de sinalização dos parques, fornecimento de equipamentos destinados à conservação dos percursos e construção de mirantes e outras estruturas nos locais.

Para o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, as bicicletas se tornaram grandes parceiras do setor, visto que elas possuem potencial para fortalecer o turismo de proximidade e o de experiência tanto “no destino” quanto “para o destino”.

“O cicloturismo é muito mais do que pedalar, é viver novas experiências, é ter a possibilidade de montar o seu próprio roteiro e ter contato com a cultura, a natureza e a biodiversidade dos nossos destinos. Além disso, a prática pode fomentar a economia de muitas famílias das cidades próximas aos grandes centros, gerando emprego e renda para eles”, declarou.

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